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Imagem destaque notícia EM PARCERIA COM A SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE UBERABA, SECRETARIA DA SAÚDE DESENVOLVE AÇÃO PREVENTIVA À LEISHMANIOSE

EM PARCERIA COM A SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE UBERABA, SECRETARIA DA SAÚDE DESENVOLVE AÇÃO PREVENTIVA À LEISHMANIOSE

A Prefeitura de Araporã, a Secretaria da Saúde e o Departamento de Vigilância Sanitária e Epidemiológica firmaram parceria com a Superintendência Regional de Saúde de Uberaba para um trabalho especial de prevenção à leishmaniose. Na semana passada a secretária de Saúde de Araporã, Carla Ferreira de Oliveira Teixeira acompanhou o trabalho da equipe de saúde pública da Superintendência que esteve no município. O trabalho consistiu de instalação de armadilhas para a captura do mosquito conhecido como palha ou pólvora. Durante três dias a equipe trabalhou na captura do mosquito que é o transmissor da doença causada pelo protozoário parasita Leishmania. Esse protozoário é transmitido pela picada de mosquitos-palha infectados. Os equipamentos foram instalados em seis pontos de bairros diferentes da cidade.A próxima etapa é encaminhar os insetos para análise laboratorial em Belo Horizonte. 
A equipe da Superintendência Regional de Saúde de Uberaba que coordenou e realizou o trabalho em Araporã é formada pelos agentes de saúde pública Sebastião Lázaro Silva, Oraldo Lorena de Oliveira e Luiz Henrique Abreu, com apoio dos agentes de endemias e controle de zoonoses do Departamento de Vigilância Sanitária e Epidemiológica de Araporã.
“O intuito é capturar o mosquito palha e fazer o controle. Saber a incidência, em quais bairros tem mais ou menos, até para a gente medir a qualidade das ações", explica o agente de saúde pública Sebastião Lázaro Silva.
A secretária da Saúde, Carla Ferreira lembrou que o trabalho é preventivo e que o município não tem nenhum caso da doença confirmado ou sob suspeita.
A secretária aproveitou a oportunidade e discutiu com a equipe técnica da Superintendência Regional de Saúde de Uberlândia outros assuntos relacionados à saúde pública. Dentre esses assuntos, a dengue. Esclareceu dúvidas, levantou questionamentos e pediu orientações. Tudo com o objetivo de melhorar o trabalho diário de enfrentamento ao mosquito aedes aegypti e suas endemias que a prefeitura e a Secretaria da Saúde realizam no município.

LEISHMANIOSE

O calazar é uma das doenças parasitárias que mais mata no mundo. Assim como a doença de Chagas e a doença do sono, o calazar é uma das mais perigosas doenças tropicais negligenciadas (DTNs). A leishmaniose visceral (VL), também conhecida como calazar, é a forma mais grave da leishmaniose. Se não for tratada, chega a ser fatal em mais de 95% dos casos.
O calazar é endêmico em 47 países – sendo altamente endêmico no subcontinente indiano e no leste da África – e aproximadamente 200 milhões de pessoas correm o risco de serem infectadas. Estima-se que 200 a 400 mil novos casos de calazar ocorram anualmente no mundo. Mais de 90% dos novos casos ocorrem em seis países: Bangladesh, Brasil, Etiópia, Índia, Sudão do Sul e Sudão.

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